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Endodontia

Canal não é o que causa a dor. É o que a resolve

Tratamento de canal em Sorocaba, com diagnóstico antes da indicação, anestesia e isolamento absoluto. A fama ruim do procedimento vem da dor que leva o paciente até ele — o tratamento em si existe justamente para tirar essa dor e manter o dente na boca.

Teste de vitalidade e radiografia antes de abrir o dente. Nem toda dor é caso de canal.

Antes de abrir o dente

Sorocaba/SP
Diagnóstico
teste de vitalidade + radiografia periapical
Isolamento
lençol de borracha em toda sessão de canal
Sessões
única quando o caso permite; duas a três com infecção
Depois
dente tratado precisa de restauração ou coroa

Quando suspeitar

Os sinais de que a polpa está comprometida

Nem toda dor de dente vira canal, e nem todo dente que precisa de canal dói. Estes são os sinais que pedem avaliação sem esperar.

  • Dor que piora deitado ou à noite

    É o sinal clássico de inflamação da polpa: a pressão aumenta quando a cabeça baixa. Costuma vir em ondas e não passa só com analgésico.

  • Dor espontânea, sem estímulo

    Dor que aparece do nada, sem morder nem tomar nada gelado, é diferente da sensibilidade comum e merece exame.

  • Sensibilidade ao quente que demora a passar

    Frio que incomoda e passa rápido costuma ser sensibilidade. Quente que dispara dor prolongada aponta para a polpa.

  • Dente escurecido

    Um dente que ficou mais escuro que os vizinhos, mesmo sem doer, pode ter perdido vitalidade — às vezes anos depois de um trauma.

  • Bolinha na gengiva ou inchaço no rosto

    Fístula ou abscesso indicam infecção que já saiu da raiz. Isso não espera: precisa ser avaliado com urgência.

  • Dor ao morder em dente já restaurado

    Restauração profunda, trinca ou coroa antiga podem ter chegado perto da polpa. Dor à mordida é sinal de alerta.

Está com inchaço no rosto, febre ou dificuldade para abrir a boca? Isso é urgência — fale com a gente agora, sem esperar horário comercial.

Falar agora

O que é

Tirar a polpa é o que salva o dente da extração

Dentro de cada dente existe um espaço com nervo e vasos sanguíneos, a polpa. Quando uma cárie profunda, uma trinca ou um trauma permitem que bactérias cheguem lá, esse tecido inflama. Como ele está preso dentro de uma câmara rígida, o inchaço não tem para onde ir — e é isso que produz a dor forte e latejante que tira o sono.

O tratamento de canal remove esse tecido comprometido, limpa e modela os canais internos da raiz e os preenche com material selador. O dente perde a vitalidade e a sensibilidade ao frio e ao quente, mas segue firme no osso, mastigando normalmente. É a alternativa à extração — e manter o dente natural quase sempre é melhor do que substituí-lo.

A parte que pouca gente ouve é que o tratamento não termina no dia em que o canal é preenchido. Um dente tratado fica mais frágil, porque perdeu estrutura interna. Sem a restauração definitiva — muitas vezes uma coroa — ele pode fraturar e se perder mesmo com o canal impecável.

Você vai saber quantos canais o seu dente tem, quantas sessões estão previstas e o que precisa ser feito depois, antes de a primeira sessão começar.
01

Diagnóstico antes da indicação

Teste de sensibilidade, teste de percussão e radiografia periapical. Nem toda dor é polpa: pode ser gengiva, trinca, sinusite ou bruxismo.

02

Isolamento absoluto

Lençol de borracha em toda sessão. Impede que saliva e bactérias entrem no canal durante a limpeza — é o que sustenta o resultado a longo prazo.

03

Plano de restauração junto

A indicação de restauração ou coroa é definida no mesmo plano, não como surpresa depois. Dente tratado e não restaurado é dente em risco.

Situações

Nem todo canal é o mesmo canal

O tempo, o número de sessões e a complexidade mudam conforme o dente e o estágio em que ele chegou.

  • 01

    Canal em dente anterior

    Incisivos e caninos costumam ter um canal só, com acesso mais direto. É o cenário em que a sessão única é mais frequente.

  • 02

    Canal em pré-molar e molar

    Molares podem ter três, quatro ou mais canais, com curvaturas. A sessão é mais longa e às vezes dividida em duas.

  • 03

    Dente com infecção instalada

    Quando já existe lesão no osso, fístula ou abscesso, entra medicação dentro do canal entre sessões, e o preenchimento definitivo espera o quadro reduzir.

  • 04

    Retratamento

    Canal feito antes que voltou a doer ou que manteve lesão. O material antigo é removido, os canais são reinstrumentados e reselados. Leva mais tempo que o tratamento inicial.

  • 05

    Urgência com pulpectomia

    Quando o objetivo imediato é tirar a dor, a polpa é removida na primeira sessão e o tratamento é concluído em seguida, com hora marcada.

Como funciona

A sessão, passo a passo

Do diagnóstico ao controle — o que acontece e por que cada etapa existe.

  1. 01

    Exame e radiografia

    Testes de vitalidade e percussão mais radiografia periapical, para ver a raiz e o osso ao redor. É aqui que se confirma se o caso é canal mesmo.

  2. 02

    Plano e orçamento

    Número de canais, sessões previstas, o que já está incluso e o que virá depois — restauração ou coroa. Tudo por escrito antes de começar.

  3. 03

    Anestesia e isolamento

    Anestesia local até a área ficar completamente dormente, e colocação do lençol de borracha para isolar o dente da saliva.

  4. 04

    Limpeza e modelagem

    Abertura, remoção da polpa, medição do comprimento de cada canal e limpeza com instrumentos e irrigação. É a etapa mais longa e a que define o resultado.

  5. 05

    Preenchimento

    Os canais limpos são selados com material próprio, e o dente recebe restauração provisória. Em casos com infecção, entra medicação e uma sessão a mais.

  6. 06

    Restauração definitiva e controle

    Restauração ou coroa para devolver resistência à mastigação, e radiografia de controle mais adiante para acompanhar a reparação do osso.

O que precisa ser dito antes

Cinco pontos que evitam perder o dente

São as informações que mais mudam o desfecho de um canal — e que costumam aparecer tarde demais.

  • Canal sem restauração definitiva é dente em risco de fratura. A provisória serve para dias ou semanas, não para meses. Perder um dente com canal bem feito por causa da restauração adiada é comum e evitável.
  • Parar de doer não significa estar curado. A dor some quando a polpa é removida, mas o tratamento só está concluído após o preenchimento e o selamento.
  • Dente tratado pode escurecer com o tempo. Existe protocolo de clareamento interno para isso, feito por dentro do dente.
  • Retratamento tem prognóstico menor que o primeiro tratamento. Vale a pena tentar antes de extrair, mas a taxa de sucesso não é a mesma.
  • Nem todo dente com dor tem salvação. Fratura vertical de raiz e perda extensa de estrutura mudam a indicação — e é mais honesto dizer isso antes do que cobrar um canal que não vai se sustentar.

Dúvidas frequentes

O que mais perguntam

Tratamento de canal dói?
A sessão é feita sob anestesia local e, em geral, não dói. A dor que as pessoas associam ao canal é a que existia antes, provocada pela inflamação da polpa — e é justamente ela que o tratamento remove. Nos dias seguintes pode haver sensibilidade à mordida, que costuma ser controlada com analgésico comum.
Quantas sessões leva um canal?
Depende do dente e do estágio. Dentes anteriores sem infecção frequentemente se resolvem em sessão única. Molares com vários canais costumam levar duas sessões, e casos com infecção instalada podem precisar de três, com medicação intracanal entre elas. O número previsto sai do exame e vai no plano.
Dá para tomar antibiótico e evitar o canal?
Não. Antibiótico age no tecido com circulação sanguínea, e a polpa comprometida dentro do canal já não tem essa irrigação. Ele pode controlar um inchaço, mas não trata a causa — a dor volta assim que o efeito passa. O que resolve é a remoção do tecido.
Preciso mesmo colocar coroa depois?
Depende de quanta estrutura sobrou. Dentes anteriores com pouca perda costumam ficar bem com restauração. Molares, que recebem toda a carga da mastigação e geralmente chegam ao canal já muito destruídos, têm risco alto de fratura sem coroa. A indicação é definida caso a caso e entra no plano desde o começo.
Quanto tempo dura um dente com canal?
Pode durar a vida inteira. O que costuma encurtar essa duração não é o canal em si, e sim a restauração adiada, a fratura por bruxismo e a cárie que reaparece na borda da restauração. Dente tratado precisa do mesmo cuidado de higiene dos demais.
Canal ou extração: qual é melhor?
Sempre que o dente tiver estrutura suficiente e não houver fratura de raiz, manter o dente natural é a melhor opção — nenhum implante reproduz a forma como um dente natural se comporta no osso. A extração entra quando o prognóstico do tratamento é ruim, e essa avaliação é feita antes, não no meio do procedimento.
Estou grávida, posso fazer canal?
Pode, e adiar uma infecção costuma ser mais arriscado do que tratá-la. O segundo trimestre é o período mais confortável, com anestésicos e radiografias com proteção adequados à gestação. Avise a gravidez no agendamento.
Vocês atendem em Sorocaba?
Sim. O consultório fica na Rua Newton Prado, 449, sala 303, no Santa Maria Office, em Sorocaba/SP. O agendamento é feito pelo WhatsApp.

Descubra se o seu caso é canal mesmo

A avaliação com teste de vitalidade e radiografia diz se a polpa está comprometida, quantos canais o dente tem e quantas sessões estão previstas — com valores por escrito antes de começar.

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